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Dinesh Maharjan's Friends

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HAPPY BIRTH DAY TO YOU ALL MY FEBRUARY FRIENDS


Related to country: Pakistan


Amirul Alam Shiplu (February 1),

 Fake Certificates Blog (February 1),

 infoBdNext (February 1),

casadocaminho (February 1)

Adama Diop (February 2),

 Joel (February 2),

 Chisomaga Anyanwu

 (February 2)

gukamaa (February 2),

 Benhildah Chihota-Masuka

 (February 2),

 Aime (February 2),

 adrianna smith (February 3)

Himakshi Piplani (February 3),

 Odil (February 3),

 mm (February 3),

Luisse (February 3),

 Adae

ze Njoku (February 3)

Prashant (February 3),

 Semakaleng (February 3),

 Abigail Ngulube (February 3),

 meddahi(February 4)

alisa (February 4),

 Plamena Doycheva (February 4),

 Edknowledge Mandikwaza (February 5)

G.M.Ghanjera (February 5),

 linda williams (February 5)

alfonso (February 5),

 Petra Opelova (February 6),

 Kerri Scheer (February 6)

Arslan Jumaniyazov (February 6)

Ajay kumar(February 6),

 Pablo Accuosto (February 6),

 Zainul Abedin (February 6)

YAMIN BHAMANI (February 6),

 mada (February 6)

Ekaterina (February 6),

Nigel Ayow (February 7),

 Ajay Kumar Uprety (February 7),

 Harun (February 8)

nguyen thi ngoc bich (February 8),

 firman kamil (February 8)


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Cricik.com's first anniversary


Related to country: Pakistan


Description
Cricik.com's first anniversary 
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There is option at our website (Subscription
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Subscription as much higher chance of winning
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Art Competition Competition start upload you picture and win prizes



Picture Competition  upload your favorite Place , Social Issues , Political , Sports Man , and other beautiful  Picture and win prizes ,

Upload more and more Picture for increase your wining Chance  ,

Also Refer Your Friends , for refer many friend send this link www.cricik.com and

increase you wining chanc


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Art Competition



  Art Competition
Competition start upload you picture and win prizes
result will announced 30th November 2011
for detail visit

www.cricik.com
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Almoço metido a indiano - conchiglie ao curry


About this category: Culture


Sabe quando você tá querendo um tempero diferente sem ter muito trabalho pra cozinhar?

Tchamtcham! =)

Ingredientes:

1 abobrinha grande cortada em rodelas/cubos
1 beringela cortada em rodelas
2 dentes de alho espremido
1 cebola pequena ralada
1 caixinha de creme de leite
1/2 copinho de requeijão (usei o 1/3 que tava no fim)
curry
1 tico de knorr, sal, pimenta branca, cravo da índia, pimenta calabresa e aquela de bolinhas coloridas
macarrão (usei o conchiglie pq tinha, mas com penne ou fettucine tb deve ficar bom)

Modo de Preparo:

Doure o alho e acrescente a cebola com o knorr e a pimenta. Coloque a abobrinha, a beringela, deixe dar uma tostada, depois bote o creme de leite, o requeijão e o curry (botei 2 colheres).

Dica de trilha sonora no estilo Bollywood soundtrack:

http://blip.fm/BollywoodReblogged

PS: se sobrar molho, no outro dia é só cozinhar um peito de frango, picar e colocar no meio =) Ou então dar sorte de achar aqueles pães indianos maravilhosos e ir comendo mergulhando na panela =) #lavoisier

PS2: isso cheira tão incrivelmente bem... =)


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What efforts need for peace full world ?



What efforts need for peace full world?
How we contribute our part to make peaceful world

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O Antropólogo, o Sociólogo e o Behaviorista. #piadasnerd



Como cada abordagem ensina a analisar o mesmo fenônemo.

Fenônemo: Maria casou-se jovem com um homem mais velho. No começo de seu casamento, não trabalhava fora de casa. Passados alguns anos, resolve começar a trabalhar e passa a ter muito sucesso. Eventualmente chegava tarde em casa e isso era motivo de brigas. Seu marido havia pedido para ela parar de trabalhar, mas ela argumentava que já estava ganhando mais do que ele, seu trabalho era algo bom para a família. Num dia de briga, seu marido a mata.

Antropólogo: Naquele dia chuvoso, Maria foi assassinada pelo homem que acreditava ser o grande amor de sua vida. E eu fiquei triste (relato de campo).

Sociólogo: Quando mulheres se tornam independentes de parceiros que possuem menos projeção que elas, é comum aumentar a incidência de episódios de violência doméstica como reação a mudança em curso nas relações de poder.

Behaviorista: Quando a mulher ganha mais dinheiro do que o homem, ela morre.

 

 

 

PS: piada criada no contexto de celebração da defesa de mestrado do Mateus Fernandes, em 31/agosto/2011.


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To All friends



i have over 1500 friends its difficult to contact one by one

so i just hi here to all my friend

hope you are all fine

 

Atta


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Declaração de Amor sob licença Creative Commons



Inspire-se. Adapte. Declare-se (se achar que a alma não é pequena).


Não quero perder uma oportunidade por medo dela.
Não quero racionalizar prós e contras com medo de sentir qual é minha vontade.

Eu quero você, (fulan@).
Por perto.
Disposto e disponível.
Nos finais de semana e em algumas noites durante a semana.
Para viajar junto.
Para ter tempo.
Para conviver.
Para viver junto.
Para rir.

Para ter problemas práticos e solucioná-los rindo (ou irritados na hora, mas rindo depois ao lembrar). Para viajar sem precisar fugir. Sem fuga, de nós ou dos outros.  Sem recuo, sem medo das vontades. E, quando o medo se fizer presente, que ele não nos paralise, que venha acompanhado de coragem para ser superado.

Sem escolhas convenientes, em busca de zonas de conforto.
Quero tempo e oportunidades para te admirar, te escutar, te tocar sem pudores.
Tempo para ser ouvida, rir e fazer rir.

Tempo para aprender. Sobre você. Com você.
Para me desiludir com você e logo depois me reencantar.
Tempo para prazer. Para discutir. Para conciliar.
Tempo. Oportunidade. Tentativa. Eu quero. Com você, (fulan@).  

 

Escrevi num impulso para entregar para uma pessoa. A alma apequenou-se na hora e achou que não valia a pena. Venceu o prazo de validade. Que valha pra outras pessoas e outros amores ;)


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Declaração de Amor sob licença Creative Commons



Inspire-se. Adapte. Declare-se (se achar que a alma não é pequena).


Não quero perder uma oportunidade por medo dela.
Não quero racionalizar prós e contras com medo de sentir qual é minha vontade.

Eu quero você, (fulan@).
Por perto.
Disposto e disponível.
Nos finais de semana e em algumas noites durante a semana.
Para viajar junto.
Para ter tempo.
Para conviver.
Para viver junto.
Para rir.

Para ter problemas práticos e solucioná-los rindo (ou irritados na hora, mas rindo depois ao lembrar). Para viajar sem precisar fugir. Sem fuga, de nós ou dos outros.  Sem recuo, sem medo das vontades. E, quando o medo se fizer presente, que ele não nos paralise, que venha acompanhado de coragem para ser superado.

Sem escolhas convenientes, em busca de zonas de conforto.
Quero tempo e oportunidades para te admirar, te escutar, te tocar sem pudores.
Tempo para ser ouvida, rir e fazer rir.

Tempo para aprender. Sobre você. Com você.
Para me desiludir com você e logo depois me reencantar.
Tempo para prazer. Para discutir. Para conciliar.
Tempo. Oportunidade. Tentativa. Eu quero. Com você, (fulan@).  

 

Escrevi num impulso para entregar para uma pessoa. A alma apequenou-se na hora e achou que não valia a pena. Venceu o prazo de validade. Que valha pra outras pessoas e outros amores ;)


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Minha real dificuldade em contratar uma faxineira



Aqui em São Paulo, lendo os jornais parece estar havendo a "rebelião das empregadas e das babás", que estão pedindo salários mais altos e exigindo novas condições de trabalho.

A rebelião é super bem vinda (tá até um pouco atrasada), mas mesmo concordando com as reivindicações eu ainda não dei conta de contratar uma faxineira. E não dei conta por uma limitação minha: como lidar com a contratação de uma pessoa para fazer um serviço que eu mesmo que deveria fazer, limpar a minha própria sujeira?

Nem sou boa de fazer faxina e nem gosto de fazer. Tem gente que diz que "adora" lavar prato, "adora" varrer. Não acredito. Fachada. É tudo chato, quando não chega a ser nojento, como lavar pano de chão e limpar o ralo da pia. A única coisa que faço compulsivamente é todos os dias dobrar os lençóis e arrumar a cama, porque me dá a ilusão de que a casa esteja arrumada quando a cama está feita. E só faço por questão de sobrevivência estética da casa, pq até isso acho chato. Louça eu lavo com medo de que acumule. Ou que falte copo limpo (só tenho3 que é pra nem dar tentação de poder usar vários sem lavar nenhum).

Mas mesmo achando chato fazer o serviço de casa, acho de um constrangimento absurdo ter uma pessoa dentro da minha casa pra fazer isso pra mim. Excessivamente íntimo. Na casa em que morava com minha família em Brasília havia 2 empregadas, uma fixa, outra 3dias por semana. Nada era mais contrangedor pra mim do que entrar na cozinha de casa, por medo que cada farelo gerado (e sou desastrada) fosse gerar a sensação de que criei serviço extra. Chegou-se ao ponto que o espaço era da empregada fixa, mais ninguém. Sugestão pra comida ou ajudar a fazer um prato pra almoço? Não cabia na relação (tive tentativas frustradas).

Íntimo, "cada um no seu lugar" e constrangedor. Nada pior do que almoçar em horários e lugares diferentes estando todos dentro da mesma casa. Não adiantava convidar, parecia algo previamente estabelecido. O pior cenário é uma empregada almoçar na mesa com a família e a outra ficar com vergonha e ir pro resquício de senzala chamado "quartinho". Nada mais constrangedor que a desigualdade estampada na intimidade.

Por essas e outras, resolvi não ter empregada quando me mudei pra Campinas. Moraria sozinha num lugar pequeno, pensei que não daria conta de fazer tanta bagunça assim para precisar de uma segunda pessoa para limpar a sujeira de uma só. E isso implica em facilitar a vida, nunca comprei recipientes para "servir" o almoço, mesmo quando tem visita. Panela já serve pra isso, salvo raros pratos específicos. Nada de comprar roupas que precisem ser "passadas" tb, costume meio absurdo pra mim (nem ferro tenho). "Aprendi" a descongelar a geladeira e limpar fogão, tarefas nunca antes feitas em Brasília, e a escolher produtos de limpeza mais específicos que água sanitária (genérico que gasto 1 litro por mês, para minha própria surpresa). Todas as minhas calças moleton ganharam bolinhas brancas na barra por conta desse consumo excessivo de água sanitária.

Mas depois de 1ano e meio dessa experiência, achei que pudesse precisar finalmente de uma profissional em impeza, para dar "a geral" que eu adio infinitamente: arrastar o fogão para limpar entre o fogão e pia e embaixo do armário da pia (tá feia a coisa). E fiquei 3 meses ensaiando contratar alguém para essa limpeza específica, mas sem coragem de convidar qualquer uma das faxineiras do prédio para fazer o serviço que eu sei que é frescura e preguiça minha não fazer.

Ontem, ouvi barulho no apto da frente, onde houve uma mudança recente e ainda não conheci o vizinho. Quase entrei na casa, vi uma mulher e fui me apresentar: 'Oi, você é a vizinha nova?". Não era, estava com um macacão de uniforme e disse que estava faxinando para o morador. Ela era da empresa de limpeza terceirizada da firma onde ele trabalhava e veio quebrar um galho.

Opa! uma trabalhadora assalariada que está complementando a renda! Demorei uns minutinhos criando coragem, voltei e fiz o convite: "Vc tem algum dia vago na semana?" Ela: "pode ser depois das 15?"

Seria perfeito! Apenas 3 horas de serviço em casa, eu pagaria uma diária completa (R$60 aqui em Campinas) e teria meu cantinho da cozinha limpo por alguém que por necessidade se tornou mais eficiente que eu nesse serviço.

Combinado.

Mas aí ela nem veio hoje (e esquecemos de trocar telefone ontem, não tinha como ela me avisar se aconteceu algo). Foi a chance para eu voltar a me perguntar se eu realmente deveria insistir em contratar esse tipo de serviço (um mimo para quem não tem filhos). O cantinho da bagunça tá logo ali, entre o fogão e pia. ê dúvida.


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Minha real dificuldade em contratar uma faxineira



Aqui em São Paulo, lendo os jornais parece estar havendo a "rebelião das empregadas e das babás", que estão pedindo salários mais altos e exigindo novas condições de trabalho.

A rebelião é super bem vinda (tá até um pouco atrasada), mas mesmo concordando com as reivindicações eu ainda não dei conta de contratar uma faxineira. E não dei conta por uma limitação minha: como lidar com a contratação de uma pessoa para fazer um serviço que eu mesmo que deveria fazer, limpar a minha própria sujeira?

Nem sou boa de fazer faxina e nem gosto de fazer. Tem gente que diz que "adora" lavar prato, "adora" varrer. Não acredito. Fachada. É tudo chato, quando não chega a ser nojento, como lavar pano de chão e limpar o ralo da pia. A única coisa que faço compulsivamente é todos os dias dobrar os lençóis e arrumar a cama, porque me dá a ilusão de que a casa esteja arrumada quando a cama está feita. E só faço por questão de sobrevivência estética da casa, pq até isso acho chato. Louça eu lavo com medo de que acumule. Ou que falte copo limpo (só tenho3 que é pra nem dar tentação de poder usar vários sem lavar nenhum).

Mas mesmo achando chato fazer o serviço de casa, acho de um constrangimento absurdo ter uma pessoa dentro da minha casa pra fazer isso pra mim. Excessivamente íntimo. Na casa em que morava com minha família em Brasília havia 2 empregadas, uma fixa, outra 3dias por semana. Nada era mais contrangedor pra mim do que entrar na cozinha de casa, por medo que cada farelo gerado (e sou desastrada) fosse gerar a sensação de que criei serviço extra. Chegou-se ao ponto que o espaço era da empregada fixa, mais ninguém. Sugestão pra comida ou ajudar a fazer um prato pra almoço? Não cabia na relação (tive tentativas frustradas).

Íntimo, "cada um no seu lugar" e constrangedor. Nada pior do que almoçar em horários e lugares diferentes estando todos dentro da mesma casa. Não adiantava convidar, parecia algo previamente estabelecido. O pior cenário é uma empregada almoçar na mesa com a família e a outra ficar com vergonha e ir pro resquício de senzala chamado "quartinho". Nada mais constrangedor que a desigualdade estampada na intimidade.

Por essas e outras, resolvi não ter empregada quando me mudei pra Campinas. Moraria sozinha num lugar pequeno, pensei que não daria conta de fazer tanta bagunça assim para precisar de uma segunda pessoa para limpar a sujeira de uma só. E isso implica em facilitar a vida, nunca comprei recipientes para "servir" o almoço, mesmo quando tem visita. Panela já serve pra isso, salvo raros pratos específicos. Nada de comprar roupas que precisem ser "passadas" tb, costume meio absurdo pra mim (nem ferro tenho). "Aprendi" a descongelar a geladeira e limpar fogão, tarefas nunca antes feitas em Brasília, e a escolher produtos de limpeza mais específicos que água sanitária (genérico que gasto 1 litro por mês, para minha própria surpresa). Todas as minhas calças moleton ganharam bolinhas brancas na barra por conta desse consumo excessivo de água sanitária.

Mas depois de 1ano e meio dessa experiência, achei que pudesse precisar finalmente de uma profissional em impeza, para dar "a geral" que eu adio infinitamente: arrastar o fogão para limpar entre o fogão e pia e embaixo do armário da pia (tá feia a coisa). E fiquei 3 meses ensaiando contratar alguém para essa limpeza específica, mas sem coragem de convidar qualquer uma das faxineiras do prédio para fazer o serviço que eu sei que é frescura e preguiça minha não fazer.

Ontem, ouvi barulho no apto da frente, onde houve uma mudança recente e ainda não conheci o vizinho. Quase entrei na casa, vi uma mulher e fui me apresentar: 'Oi, você é a vizinha nova?". Não era, estava com um macacão de uniforme e disse que estava faxinando para o morador. Ela era da empresa de limpeza terceirizada da firma onde ele trabalhava e veio quebrar um galho.

Opa! uma trabalhadora assalariada que está complementando a renda! Demorei uns minutinhos criando coragem, voltei e fiz o convite: "Vc tem algum dia vago na semana?" Ela: "pode ser depois das 15?"

Seria perfeito! Apenas 3 horas de serviço em casa, eu pagaria uma diária completa (R$60 aqui em Campinas) e teria meu cantinho da cozinha limpo por alguém que por necessidade se tornou mais eficiente que eu nesse serviço.

Combinado.

Mas aí ela nem veio hoje (e esquecemos de trocar telefone ontem, não tinha como ela me avisar se aconteceu algo). Foi a chance para eu voltar a me perguntar se eu realmente deveria insistir em contratar esse tipo de serviço (um mimo para quem não tem filhos). O cantinho da bagunça tá logo ali, entre o fogão e pia. ê dúvida.


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Aqui em São Paulo, lendo os jornais parece estar havendo a "rebelião das empregadas e das babás", que estão pedindo salários mais altos e exigindo novas condições de trabalho.

A rebelião é super bem vinda (tá até um pouco atrasada), mas mesmo concordando com as reivindicações eu ainda não dei conta de contratar uma faxineira. E não dei conta por uma limitação minha: como lidar com a contratação de uma pessoa para fazer um serviço que eu mesmo que deveria fazer, limpar a minha própria sujeira?

Nem sou boa de fazer faxina e nem gosto de fazer. Tem gente que diz que "adora" lavar prato, "adora" varrer. Não acredito. Fachada. É tudo chato, quando não chega a ser nojento, como lavar pano de chão e limpar o ralo da pia. A única coisa que faço compulsivamente é todos os dias dobrar os lençóis e arrumar a cama, porque me dá a ilusão de que a casa esteja arrumada quando a cama está feita. E só faço por questão de sobrevivência estética da casa, pq até isso acho chato. Louça eu lavo com medo de que acumule. Ou que falte copo limpo (só tenho3 que é pra nem dar tentação de poder usar vários sem lavar nenhum).

Mas mesmo achando chato fazer o serviço de casa, acho de um constrangimento absurdo ter uma pessoa dentro da minha casa pra fazer isso pra mim. Excessivamente íntimo. Na casa em que morava com minha família em Brasília havia 2 empregadas, uma fixa, outra 3dias por semana. Nada era mais contrangedor pra mim do que entrar na cozinha de casa, por medo que cada farelo gerado (e sou desastrada) fosse gerar a sensação de que criei serviço extra. Chegou-se ao ponto que o espaço era da empregada fixa, mais ninguém. Sugestão pra comida ou ajudar a fazer um prato pra almoço? Não cabia na relação (tive tentativas frustradas).

Íntimo, "cada um no seu lugar" e constrangedor. Nada pior do que almoçar em horários e lugares diferentes estando todos dentro da mesma casa. Não adiantava convidar, parecia algo previamente estabelecido. O pior cenário é uma empregada almoçar na mesa com a família e a outra ficar com vergonha e ir pro resquício de senzala chamado "quartinho". Nada mais constrangedor que a desigualdade estampada na intimidade.

Por essas e outras, resolvi não ter empregada quando me mudei pra Campinas. Moraria sozinha num lugar pequeno, pensei que não daria conta de fazer tanta bagunça assim para precisar de uma segunda pessoa para limpar a sujeira de uma só. E isso implica em facilitar a vida, nunca comprei recipientes para "servir" o almoço, mesmo quando tem visita. Panela já serve pra isso, salvo raros pratos específicos. Nada de comprar roupas que precisem ser "passadas" tb, costume meio absurdo pra mim (nem ferro tenho). "Aprendi" a descongelar a geladeira e limpar fogão, tarefas nunca antes feitas em Brasília, e a escolher produtos de limpeza mais específicos que água sanitária (genérico que gasto 1 litro por mês, para minha própria surpresa). Todas as minhas calças moleton ganharam bolinhas brancas na barra por conta desse consumo excessivo de água sanitária.

Mas depois de 1ano e meio dessa experiência, achei que pudesse precisar finalmente de uma profissional em impeza, para dar "a geral" que eu adio infinitamente: arrastar o fogão para limpar entre o fogão e pia e embaixo do armário da pia (tá feia a coisa). E fiquei 3 meses ensaiando contratar alguém para essa limpeza específica, mas sem coragem de convidar qualquer uma das faxineiras do prédio para fazer o serviço que eu sei que é frescura e preguiça minha não fazer.

Ontem, ouvi barulho no apto da frente, onde houve uma mudança recente e ainda não conheci o vizinho. Quase entrei na casa, vi uma mulher e fui me apresentar: 'Oi, você é a vizinha nova?". Não era, estava com um macacão de uniforme e disse que estava faxinando para o morador. Ela era da empresa de limpeza terceirizada da firma onde ele trabalhava e veio quebrar um galho.

Opa! uma trabalhadora assalariada que está complementando a renda! Demorei uns minutinhos criando coragem, voltei e fiz o convite: "Vc tem algum dia vago na semana?" Ela: "pode ser depois das 15?"

Seria perfeito! Apenas 3 horas de serviço em casa, eu pagaria uma diária completa (R$60 aqui em Campinas) e teria meu cantinho da cozinha limpo por alguém que por necessidade se tornou mais eficiente que eu nesse serviço.

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Mas aí ela nem veio hoje (e esquecemos de trocar telefone ontem, não tinha como ela me avisar se aconteceu algo). Foi a chance para eu voltar a me perguntar se eu realmente deveria insistir em contratar esse tipo de serviço (um mimo para quem não tem filhos). O cantinho da bagunça tá logo ali, entre o fogão e pia. ê dúvida.


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Aqui em São Paulo, lendo os jornais parece estar havendo a "rebelião das empregadas e das babás", que estão pedindo salários mais altos e exigindo novas condições de trabalho.

A rebelião é super bem vinda (tá até um pouco atrasada), mas mesmo concordando com as reivindicações eu ainda não dei conta de contratar uma faxineira. E não dei conta por uma limitação minha: como lidar com a contratação de uma pessoa para fazer um serviço que eu mesmo que deveria fazer, limpar a minha própria sujeira?

Nem sou boa de fazer faxina e nem gosto de fazer. Tem gente que diz que "adora" lavar prato, "adora" varrer. Não acredito. Fachada. É tudo chato, quando não chega a ser nojento, como lavar pano de chão e limpar o ralo da pia. A única coisa que faço compulsivamente é todos os dias dobrar os lençóis e arrumar a cama, porque me dá a ilusão de que a casa esteja arrumada quando a cama está feita. E só faço por questão de sobrevivência estética da casa, pq até isso acho chato. Louça eu lavo com medo de que acumule. Ou que falte copo limpo (só tenho3 que é pra nem dar tentação de poder usar vários sem lavar nenhum).

Mas mesmo achando chato fazer o serviço de casa, acho de um constrangimento absurdo ter uma pessoa dentro da minha casa pra fazer isso pra mim. Excessivamente íntimo. Na casa em que morava com minha família em Brasília havia 2 empregadas, uma fixa, outra 3dias por semana. Nada era mais contrangedor pra mim do que entrar na cozinha de casa, por medo que cada farelo gerado (e sou desastrada) fosse gerar a sensação de que criei serviço extra. Chegou-se ao ponto que o espaço era da empregada fixa, mais ninguém. Sugestão pra comida ou ajudar a fazer um prato pra almoço? Não cabia na relação (tive tentativas frustradas).

Íntimo, "cada um no seu lugar" e constrangedor. Nada pior do que almoçar em horários e lugares diferentes estando todos dentro da mesma casa. Não adiantava convidar, parecia algo previamente estabelecido. O pior cenário é uma empregada almoçar na mesa com a família e a outra ficar com vergonha e ir pro resquício de senzala chamado "quartinho". Nada mais constrangedor que a desigualdade estampada na intimidade.

Por essas e outras, resolvi não ter empregada quando me mudei pra Campinas. Moraria sozinha num lugar pequeno, pensei que não daria conta de fazer tanta bagunça assim para precisar de uma segunda pessoa para limpar a sujeira de uma só. E isso implica em facilitar a vida, nunca comprei recipientes para "servir" o almoço, mesmo quando tem visita. Panela já serve pra isso, salvo raros pratos específicos. Nada de comprar roupas que precisem ser "passadas" tb, costume meio absurdo pra mim (nem ferro tenho). "Aprendi" a descongelar a geladeira e limpar fogão, tarefas nunca antes feitas em Brasília, e a escolher produtos de limpeza mais específicos que água sanitária (genérico que gasto 1 litro por mês, para minha própria surpresa). Todas as minhas calças moleton ganharam bolinhas brancas na barra por conta desse consumo excessivo de água sanitária.

Mas depois de 1ano e meio dessa experiência, achei que pudesse precisar finalmente de uma profissional em impeza, para dar "a geral" que eu adio infinitamente: arrastar o fogão para limpar entre o fogão e pia e embaixo do armário da pia (tá feia a coisa). E fiquei 3 meses ensaiando contratar alguém para essa limpeza específica, mas sem coragem de convidar qualquer uma das faxineiras do prédio para fazer o serviço que eu sei que é frescura e preguiça minha não fazer.

Ontem, ouvi barulho no apto da frente, onde houve uma mudança recente e ainda não conheci o vizinho. Quase entrei na casa, vi uma mulher e fui me apresentar: 'Oi, você é a vizinha nova?". Não era, estava com um macacão de uniforme e disse que estava faxinando para o morador. Ela era da empresa de limpeza terceirizada da firma onde ele trabalhava e veio quebrar um galho.

Opa! uma trabalhadora assalariada que está complementando a renda! Demorei uns minutinhos criando coragem, voltei e fiz o convite: "Vc tem algum dia vago na semana?" Ela: "pode ser depois das 15?"

Seria perfeito! Apenas 3 horas de serviço em casa, eu pagaria uma diária completa (R$60 aqui em Campinas) e teria meu cantinho da cozinha limpo por alguém que por necessidade se tornou mais eficiente que eu nesse serviço.

Combinado.

Mas aí ela nem veio hoje (e esquecemos de trocar telefone ontem, não tinha como ela me avisar se aconteceu algo). Foi a chance para eu voltar a me perguntar se eu realmente deveria insistir em contratar esse tipo de serviço (um mimo para quem não tem filhos). O cantinho da bagunça tá logo ali, entre o fogão e pia. ê dúvida.


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Minha real dificuldade em contratar uma faxineira



Aqui em São Paulo, lendo os jornais parece estar havendo a "rebelião das empregadas e das babás", que estão pedindo salários mais altos e exigindo novas condições de trabalho.

A rebelião é super bem vinda (tá até um pouco atrasada), mas mesmo concordando com as reivindicações eu ainda não dei conta de contratar uma faxineira. E não dei conta por uma limitação minha: como lidar com a contratação de uma pessoa para fazer um serviço que eu mesmo que deveria fazer, limpar a minha própria sujeira?

Nem sou boa de fazer faxina e nem gosto de fazer. Tem gente que diz que "adora" lavar prato, "adora" varrer. Não acredito. Fachada. É tudo chato, quando não chega a ser nojento, como lavar pano de chão e limpar o ralo da pia. A única coisa que faço compulsivamente é todos os dias dobrar os lençóis e arrumar a cama, porque me dá a ilusão de que a casa esteja arrumada quando a cama está feita. E só faço por questão de sobrevivência estética da casa, pq até isso acho chato. Louça eu lavo com medo de que acumule. Ou que falte copo limpo (só tenho3 que é pra nem dar tentação de poder usar vários sem lavar nenhum).

Mas mesmo achando chato fazer o serviço de casa, acho de um constrangimento absurdo ter uma pessoa dentro da minha casa pra fazer isso pra mim. Excessivamente íntimo. Na casa em que morava com minha família em Brasília havia 2 empregadas, uma fixa, outra 3dias por semana. Nada era mais contrangedor pra mim do que entrar na cozinha de casa, por medo que cada farelo gerado (e sou desastrada) fosse gerar a sensação de que criei serviço extra. Chegou-se ao ponto que o espaço era da empregada fixa, mais ninguém. Sugestão pra comida ou ajudar a fazer um prato pra almoço? Não cabia na relação (tive tentativas frustradas).

Íntimo, "cada um no seu lugar" e constrangedor. Nada pior do que almoçar em horários e lugares diferentes estando todos dentro da mesma casa. Não adiantava convidar, parecia algo previamente estabelecido. O pior cenário é uma empregada almoçar na mesa com a família e a outra ficar com vergonha e ir pro resquício de senzala chamado "quartinho". Nada mais constrangedor que a desigualdade estampada na intimidade.

Por essas e outras, resolvi não ter empregada quando me mudei pra Campinas. Moraria sozinha num lugar pequeno, pensei que não daria conta de fazer tanta bagunça assim para precisar de uma segunda pessoa para limpar a sujeira de uma só. E isso implica em facilitar a vida, nunca comprei recipientes para "servir" o almoço, mesmo quando tem visita. Panela já serve pra isso, salvo raros pratos específicos. Nada de comprar roupas que precisem ser "passadas" tb, costume meio absurdo pra mim (nem ferro tenho). "Aprendi" a descongelar a geladeira e limpar fogão, tarefas nunca antes feitas em Brasília, e a escolher produtos de limpeza mais específicos que água sanitária (genérico que gasto 1 litro por mês, para minha própria surpresa). Todas as minhas calças moleton ganharam bolinhas brancas na barra por conta desse consumo excessivo de água sanitária.

Mas depois de 1ano e meio dessa experiência, achei que pudesse precisar finalmente de uma profissional em impeza, para dar "a geral" que eu adio infinitamente: arrastar o fogão para limpar entre o fogão e pia e embaixo do armário da pia (tá feia a coisa). E fiquei 3 meses ensaiando contratar alguém para essa limpeza específica, mas sem coragem de convidar qualquer uma das faxineiras do prédio para fazer o serviço que eu sei que é frescura e preguiça minha não fazer.

Ontem, ouvi barulho no apto da frente, onde houve uma mudança recente e ainda não conheci o vizinho. Quase entrei na casa, vi uma mulher e fui me apresentar: 'Oi, você é a vizinha nova?". Não era, estava com um macacão de uniforme e disse que estava faxinando para o morador. Ela era da empresa de limpeza terceirizada da firma onde ele trabalhava e veio quebrar um galho.

Opa! uma trabalhadora assalariada que está complementando a renda! Demorei uns minutinhos criando coragem, voltei e fiz o convite: "Vc tem algum dia vago na semana?" Ela: "pode ser depois das 15?"

Seria perfeito! Apenas 3 horas de serviço em casa, eu pagaria uma diária completa (R$60 aqui em Campinas) e teria meu cantinho da cozinha limpo por alguém que por necessidade se tornou mais eficiente que eu nesse serviço.

Combinado.

Mas aí ela nem veio hoje (e esquecemos de trocar telefone ontem, não tinha como ela me avisar se aconteceu algo). Foi a chance para eu voltar a me perguntar se eu realmente deveria insistir em contratar esse tipo de serviço (um mimo para quem não tem filhos). O cantinho da bagunça tá logo ali, entre o fogão e pia. ê dúvida.


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